Chamada pública prevê fornecimento para 378 unidades da rede estadual e fortalece produção rural nos municípios capixabas
O Governo do Espírito Santo publicou, nesta sexta-feira (17), o Edital de Chamada Pública nº 001/2026 para selecionar grupos formais de agricultores familiares e empreendedores rurais interessados em fornecer alimentos para a Rede Estadual de Ensino. A iniciativa é conduzida pelas secretarias de Educação e de Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca.
A ação integra o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e prevê a distribuição de gêneros alimentícios para 378 escolas estaduais, abrangendo os 78 municípios capixabas. Entre os produtos contemplados estão hortifrutigranjeiros, itens refrigerados, congelados e alimentos estocáveis, organizados por microrregiões para otimizar a logística e valorizar a produção local.
Integração entre educação e desenvolvimento rural
De acordo com a secretária de Estado da Educação, Andrea Guzzo, o edital representa uma política pública que conecta alimentação escolar de qualidade ao fortalecimento da economia rural.
“Estamos garantindo uma alimentação adequada para os estudantes e, ao mesmo tempo, ampliando oportunidades para a agricultura familiar”, afirmou.
A iniciativa reforça dois pilares estratégicos: segurança alimentar nas escolas e inclusão produtiva no campo, promovendo impactos na saúde dos alunos e na geração de renda para produtores locais.
Critérios e fortalecimento da agricultura familiar
O edital estabelece critérios de priorização que favorecem fornecedores locais, grupos de mulheres, comunidades tradicionais e produtores de alimentos orgânicos ou agroecológicos.
Segundo o secretário de Agricultura, Carlos Luiz Tesch Xavier, a medida amplia o acesso ao mercado institucional.
“Estamos garantindo renda no campo e alimentos frescos para os estudantes, fortalecendo toda a cadeia produtiva”, destacou.
Participação e prazos
Os interessados devem enviar a documentação e os projetos de venda por meio do sistema eletrônico E-Docs até o dia 11 de maio. O processo inclui análise técnica, sessão pública para julgamento das propostas e divulgação dos resultados.
Os contratos terão validade de até 18 meses, assegurando regularidade no fornecimento e maior previsibilidade para os produtores participantes.
A iniciativa consolida uma política que articula educação, desenvolvimento regional e produção sustentável, ampliando a presença da agricultura familiar na alimentação escolar capixaba.
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Por: Redaçâo Local | Jailson Santos



